Arquitetura de interiores o que fazer


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Autônomo ou Pessoa Jurídica?

Antes de iniciarmos é preciso que o profissional tenha claro que há diferenças no preenchimento das informações nas tabelas de honorários quando se trata de um autônomo ou pessoa jurídica.

É importante saber que existem dois tipos de cálculo de remuneração e compreender as suas diferenças. Porém, não é preciso se preocupar porque os cálculos são feitos de forma automática pelo software, conforme os dados são inseridos.

Os mais de 200 serviços ligados aos profissionais de Arquitetura e Urbanismo foram divididos em três módulos nas Tabelas de Honorários. Eles estão agrupados respeitando as suas características e natureza. Porém, no software eles se encontram juntos.

Para acessar as Tabelas de Honorários basta entrar no site do CAU/BR http://www.caubr.gov.br ou nos sites dos seus conselhos nos estados.

Para isso, basta acessar o site e clicar no banner que está na lateral direita Tabelas de Honorários de Arquitetura e Urbanismo. Então, você será redirecionado para este endereço: http://honorario.caubr.gov.br/

Os arquitetos e urbanistas podem acessar sem cadastro, utilizando o LOGIN e senha do SICCAU. Outros usuários precisam do cadastro, nos campos assinalados.

Após o login, o profissional tem acesso a uma série de informações:

No botão TABELAS estão os três livros na íntegra sobre os honorários. É possível fazer o download e acessar em caso de alguma dúvida.

Está também disponível a LEGISLAÇÃO que foi utilizada na elaboração das Tabelas de Honorários.

O botão PARÂMETROS GERAIS é bem importante porque o profissional tem como colocar os seus gastos com escritório, como despesas e impostos.

Ao clicar em PARÂMETROS GERAIS serão abertas as seguintes opções:

São os gastos com a equipe do escritório.
Cadastro de despesas indiretas do escritório
São os impostos pagos no escritório

Agora que você já tem as orientações iniciais, vamos saber como utilizar o software das Tabelas de Honorários. Neste tutorial, faremos uma simulação de passo a passo, levando em consideração a elaboração de um projeto arquitetônico (Módulo 1).

A primeira coisa a se fazer é cadastrar um contratante (ou cliente). É importante saber que para um mesmo contratante é possível cadastrar simultaneamente vários empreendimentos, sendo que cada um deles pode demandar vários projetos e serviços.

Para cadastrar o cliente basta clicar em CONTRATANTES e depois em NOVO.

Ao abrir a nova tela, é necessário informar o NOME DO CONTRATANTE e o ENDEREÇO.

As informações são obrigatórias. Em seguida, clique em SALVAR.

Assista também no

Agora é preciso inserir as informações do EMPREENDIMENTO.

Basta clicar no botão NOVO. Esse procedimento será igual em todos os casos.

A partir de agora efetivamente o empreendimento será descrito.

É preciso preencher o NOME DO EMPREENDIMENTO, o ENDEREÇO, a sua DESCRIÇÃO (não é obrigatória) e o ESTADO, que é fundamental, em função dos valores regionais.
Nesta primeira simulação, o projeto será uma residência, no Estado do RJ.

Após o preenchimento é necessário clicar em SALVAR.

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Nesta tela constam os dados básicos do empreendimento.

Por enquanto, o PREÇO DE VENDA (PV) ainda está zerado. Ao final da simulação, será este valor que o profissional passará ao cliente.

É a partir deste momento que serão cadastrados os serviços e projetos. Para isso, basta clicar em NOVO.

Agora vamos cadastrar os projetos e serviços que serão executados.

Cada empreendimento pode ter vários projetos ou serviços. Após clicar em NOVO aparecerá a aba com os diversos tipos de serviços ou projetos. São 8 categorias. Nesta simulação, como se trata de uma residência, logo, se trata de um PROJETO.

Ao clicar em PROJETO, haverá uma subdivisão. Neste caso, será selecionado ARQUITETURA DAS EDIFICAÇÕES. A escolha deve ser a que melhor se enquadrar com o serviço ou o projeto.

Ainda aparecerá mais uma subcategoria, desta vez será selecionado o PROJETO ARQUITETÔNICO DE EDIFICAÇÕES, já que a ideia é construir um projeto de uma residência. Porém, há outras informações e tipos de serviços.

Confirmada a escolha, basta clicar em SALVAR.

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Nesta etapa, é necessário primeiro preencher a categoria da EDIFICAÇÃO.

Defina a categoria do projeto. Ela deve ser a mais próxima do ideal, porque impactará nos fatores de cálculo. Escolha a opção que melhor se adapta ao projeto final e selecione. No nosso exemplo, será PROJETO DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL.

Confira os tipos de categorias:

1.1 - Residencial
1.2 - Hospedagem
1.3 - Coletiva
2.1 - Comércio
2.2 - Serviços
3. - Educação
4. - Saúde
5. - Esportes
6.1 - Entretenimento
6.2 - Acervos Artísticos Culturais
7. - Diversos

Obs.: Se a sua edificação não se enquadrar em nenhuma destas categorias, vale utilizar a que for mais próxima!

É hora de cadastrar a área. É preciso cuidado porque há área construída e área descoberta (como um terraço).
Neste caso da simulação, é uma residência simples (um andar). Clica-se em ÁREA CONSTRUÍDA.

Agora é o momento de informar a área construída. E é preciso atenção porque o cálculo é por pavimento.
É preciso preencher a DESCRIÇÃO, que neste caso será térrea.
A QUANTIDADE se refere ao número de pavimentos (um edifício tem vários andares). Neste caso é uma casa e tem apenas 1 pavimento.
A ÁREA UNITÁRIA é 300 (o sistema já entende como metros quadrados). As informações são inseridas e depois basta clicar OK.

Com as informações inseridas, já há um PREÇO DE VENDA (PV) de referência (assinalado). Esse valor é o que deve ser cobrado do cliente para a realização do projeto.

Como não há ÁREAS DESCOBERTAS, o preenchimento não é feito.

Neste ponto existe a possibilidade de avaliar o impacto das etapas do projeto no Preço de Venda (PV). É como cada etapa influencia no valor final, variando de acordo com os percentuais.

A divisão é feita em três etapas (assinalar ESTUDO PRELIMINAR, ANTEPROJETO e PROJETO). Cada uma tem o seu parâmetro de percentuais, que podem ser ampliados levando em consideração a complexidade do projeto. Porém, ao alterar um dos referenciais, outros são ajustados automaticamente. Por exemplo, o Estudo Preliminar tem o percentual mínimo de 10% e o máximo de 15%. Ao elevar ao máximo, automaticamente, o percentual de projeto para execução, cai de 50% para 45%.

Depois dos ajustes, basta clicar em SALVAR. Se alguma etapa não for executada, ela não precisa ser marcada.

Essa será a visão que o profissional terá do valor de cada uma das etapas. Está disponível ainda o escopo de cada etapa. Essas informações são fundamentais porque indicam os serviços relacionados a cada parte. Por exemplo, os documentos que deverão ser entregues ao cliente.

É possível ainda acrescentar informações no tópico etapas preliminares e/ou complementares. Para isso é preciso clicar no botão Alterar para fazer os ajustes.

Existem 7 etapas complementares que podem impactar no projeto. Elas poderão ser acordadas com o cliente. Na simulação, selecionaremos LEVANTAMENTO DE DADOS para o empreendimento que está sendo proposto. Depois, clicar em SALVAR.

O projeto passa a contar com a nova aba (LEVANTAMENTO DE DADOS) passível de alteração. Após, clicar em CALCULAR CUSTO DO SERVIÇO DESTA ETAPA, para fazer os ajustes.
Na tabela 2, basta clicar em ITEM, de acordo com a categoria, e inserir as informações do trabalho complementar.

É preciso preencher a FUNÇÃO, a UNIDADE DE MEDIDA (normalmente é horas, dia, trabalho), QUANTIDADE (respeitando a unidade), PREÇO DE CUSTO (o valor deve ser de referência).
Por exemplo, a necessidade de contratar um arquiteto para fazer o levantamento, por exemplo, das condições do terreno. Preencha ARQUITETO no local FUNÇÃO.
Em UNIDADE DE MEDIDA, colocar HORAS, que será a nossa medida e a QUANTIDADE de tempo para fazer o serviço, que neste caso será 30.
Considerando o mínimo por hora, que é de R$ 50,29 em 2016, basta colocar esse valor no campo PREÇO DE CUSTO que o sistema fará o restante do cálculo.

Após isso, aparecerá o PREÇO DE CUSTO (PC) que corresponde ao que será pago ao profissional, e o PV (PREÇO DE VENDA), aquele que será cobrado do cliente.

Inseridas as informações teremos esse panorama. Porém, há ajustes possíveis no projeto. Para isso é preciso clicar em AJUSTAR PREÇO DE VENDA EM FUNÇÃO DO ÍNDICE DE COMPLEXIDADE.
É bem importante esse ponto. São ajustes que serão feitos pela concepção do responsável pelo escritório ou pelo profissional liberal.
Outra ferramenta importante será a DECOMPOSIÇÃO DO PREÇO DE VENDA. Lembrando que ambas funções estão disponíveis apenas para os profissionais.

Essa tabela é exclusiva dos profissionais. Nela, o arquiteto e urbanista pode selecionar a complexidade do projeto e definir se será baixa, média ou alta. Isso impactará no valor final do PV. Por exemplo, todos estarão selecionados média. Porém, ao selecionar o grau baixo, haverá uma queda de 30%.
Já se for selecionada o alta, representam aumento de 30%. É uma ferramenta para tornar o projeto mais competitivo ou agregar valor.

Ao clicar neste símbolo, abrirá uma tela de ajuda com a descrição de cada item.

DECOMPOSIÇÃO DE PREÇO
O profissional terá a possibilidade de ver o preço de custo, as despesas, o lucro e os impostos e encargos sociais que serão pagos para viabilizar o projeto. Há ainda a identificação do percentual de lucro (padrão 10%), que poderá ser alterado.

Com todas as informações da fase anterior inseridas, o profissional terá a visão completa do empreendimento. É neste momento que poderá gerar os relatórios. Eles servem para entregar a clientes ou apresentar em licitações públicas. Normalmente são cinco tipos, sendo que um deles está disponível apenas para os profissionais.

Tipos de relatórios

RELATÓRIO COMBINADO: exclusivo para o arquiteto e urbanista. Abre em formato de excel, podendo ser alterado manualmente.
RELATÓRIO SINTÉTICO DE SERVIÇOS: traz as informações do contratante, do empreendimento, um resumo do valor dos serviços e o parcelamento de honorários por etapa.
RELATÓRIO ANALÍTICO DE SERVIÇOS: traz as informações do contratante, do empreendimento, um resumo do valor dos serviços e o parcelamento de honorários por etapa com o detalhamento das mesmas. Além disso, traz a discriminação dos projetos e serviços, os fatores percentuais que o impactam.
RELATÓRIO DE PARCELAMENTO POR ETAPA: consta de forma bem resumida só as informações do contratante, do empreendimento e uma tabela com o parcelamento de honorários por etapa.


RELATÓRIO DE ESCOPO: traz a descrição de cada etapa e o que ela significa, assim como o que o profissional deve entregar e fazer ao cliente.

Essa página resume as informações inseridas até o momento. Há o empreendimento, os serviços que serão feitos dentro desse empreendimento e o PV (Preço de Venda).
Se for necessário fazer alguma alteração? Basta clicar na LUPA . Se for necessário editar a área, basta clicar no LÁPIS AZUL . Já se for para deletar um ou todos os serviços é só clicar no ÍCONE VERMELHO .

RESIDÊNCIA 2

Agora faremos a mesma simulação, mas em vez de o cálculo ser feito com base no projeto, utilizaremos o conceito de equipe necessária para fazer o respectivo serviço ou projeto.

Para isso, os primeiros passos serão os mesmos. A mudança ocorre a partir do momento em que é feita a escolha da opção OUTROS no lugar de PROJETOS/SERVIÇOS.
É uma ferramenta interessante porque permite calcular qualquer projeto de acordo com a equipe técnica. Ela pode ser interessante de ser usada quando não há detalhamento do projeto, como por exemplo ÁREA CONSTRUÍDA.

Voltamos na aba CONTRATANTE. Na lista de EMPREENDIMENTOS, clicamos em NOVO.
É preciso preencher os dados básicos, como NOME, LOCALIZAÇÃO, DESCRIÇÃO e ESTADO. Selecionar SALVAR.
Ao incluir o novo projeto/serviço, escolher o tipo 8, OUTROS.

Nesta etapa é possível acrescentar os CUSTOS DO SERVIÇO, com base nos gastos de contratações de profissionais. Para isso é necessário clicar no botão ITEM. O processo de preenchimento é similar ao feito nas etapas preliminares e/ou complementares.

PREENCHIMENTO
Na simulação vamos incluir uma equipe mínima, neste primeiro momento. Um ARQUITETO que irá trabalhar 30 HORAS ao custo de R$ 50,00 para elaborar o projeto. E um OUTRO ARQUITETO, que irá trabalhar 18 HORAS, ao valor de R$ 100,00 para supervisionar.
Há espaço para incluirmos outros gastos, como transporte para visitar o local, material administrativo e de escritório, custos com documentos, entre outros.

Com as informações inseridas teremos esse panorama. Neste caso não há área a ser construída, mas se leva em consideração a equipe.
Não será possível PARCELAR O HONORÁRIO POR ETAPA, porque só temos a equipe.
A DECOMPOSIÇÃO DO PREÇO DE VENDA é permitida.
Ao clicar em VOLTAR, também passamos a ter a opção de gerar relatórios.

EDIFÍCIO DE ESCRITÓRIOS

Criar um contratante, caso ele seja novo, ou utilizar o mesmo.

Cadastrar o empreendimento, com as informações básicas (nome, localidade, descrição e Estado).

Cadastrar o projeto/serviço.

Clicar na sequência:

1. Projeto
1.1. Arquitetura das edificações
1.1.1. Projeto arquitetônico das edificações

SALVAR

Em seguida, teremos que incluir a área que será construída. Neste caso, a grande diferença é em relação ao cadastramento.
1º - É preciso selecionar a categoria do projeto.
2º - Colocar as informações das áreas, respeitando os seus pavimentos. Essa informação é importante, porque quando há vários pavimentos iguais o fator de repetição influencia, reduzindo o valor, como veremos. Assim, cadastraremos pavimento por pavimento e as suas respectivas quantidades.

O preenchimento é feito POR PAVIMENTO. Neste caso, serão três subsolos, com uma área de 400 m2. Um térreo com a mesma área e 5 ANDARES de escritórios.
Neste ponto, é importante a repetição, que entrará no cálculo e reduzirá o preço da construção. Também haverá um TERRAÇO de 350 METROS quadrados.

Resultado

As repetições de alguns pavimentos fazem com que haja diferença entre a área construída estimada e a do projeto. Essa mudança ocorre pelo impacto do Fator Percentual.
Após o valor total estimado é importante fazer o parcelamento de honorário por etapas, as avaliações sobre o índice de complexidade do projeto e a decomposição do preço de venda.

ATENÇÃO

Neste tipo de obra é preciso ter atenção porque há uma demora na execução muito maior do que na comparação com a construção de uma residência. Assim, é preciso pensar em custos de 12 meses a 18 meses (que é o tempo médio de execução). Elas impactam especialmente nas Etapas Complementares. Por exemplo, haverá uma necessidade de vistoria da obra semanal ou mensal. Há ainda a necessidade de outros serviços, como estudos de impacto ambiental.

Assim como nos projetos anteriores serão gerados relatórios.

PROJETOS E SERVIÇOS DIVERSOS

Nesta etapa estão englobados 101 serviços. A grande vantagem trazida pelas Tabelas de Honorários é que houve uma definição de normas, etapas e nomenclaturas. São eles:

1. Arquiteturas das Edificações - Projetos Diversos;

2. Sistemas Construtivos e Estruturais;

3. Conforto Ambiental (iluminação, refrigeração e sonorização, proteção acústica);

4. Arquitetura de Interiores;

5. Instalações e Equipamentos Referentes à Arquitetura (elétrica, hidráulica, sanitária);

6. Arquitetura Paisagística (praças, parques e jardins);

7. Relatórios Técnicos de Arquitetura das Edificações (orçamento, cronograma, caderno de encargos);

8. Urbanismo e Desenho Urbano (ex. projeto de transformação de glebas rurais em urbanas, fixando parâmetros);

9. Instalações e Equipamentos Referentes ao Urbanismo (pavimentação, drenagem, movimentação de terra, rede de energia, placa e sinalização);

10. Relatórios Técnicos Urbanísticos (orçamento, cronograma, caderno de encargos);

11. Patrimônio Arquitetônico, Urbanístico e Paisagístico (todo o leque de projetos ligados ao patrimônio. É um capítulo específico e definido pelas suas peculiaridades);

Importante

Os preços para esses serviços foram definidos com base nas tabelas existentes nos estados e parâmetros de valores, além da influência de referências internacionais. Isso fez com que fossem estabelecidos percentuais sobre o projeto arquitetônico de edificações, que variam de 10% a 150%.

Simulação: Projeto de instalações hidráulicas

Os primeiros passos, como o cadastro do cliente, se for necessário, e do empreendimento são similares ao feito até agora. A alteração ocorre no momento da seleção do projeto/serviço. Nesta simulação, será feito o projeto de instalação hidráulica.

(1) Projeto
(1.5) Instalação e equipamentos referentes à arquitetura.
(1.5.1) Projeto de instalações hidráulicas prediais.

Simulação: Projeto de instalações hidráulicas

Em seguida é preciso preencher a área construída, neste caso vamos usar 400 METROS quadrados.

ATENÇÃO

É importante compreender a área que envolverá esse projeto. Por exemplo, pode ser um ginásio de esportes e contar com apenas uma pequena área de vestiário. Assim, a área que deve ser levada em consideração é a que receberá os serviços.

Na segunda tabela, constam as informações finais do projeto, assim como o PREÇO DE VENDA (PV), que pode ser parcelado por etapas (que tem percentuais diferenciados), pode ser ajustado pela complexidade ou ainda decomposto.

Simulação: Projeto de Ventilação

Os primeiros passos, como o cadastro do cliente, se for necessário, e do empreendimento são similares ao que foi feito até agora. A alteração ocorre no momento da seleção do projeto/serviço. Nesta simulação, faremos o projeto de ventilação de um apartamento.
(1) Projetos
(1.3) Conforto Ambiental
(1.3.5) Projeto de ventilação, exaustão e climatização

Simulação: Projeto de Ventilação

É preciso inicialmente cadastrar a área.

Projeto quase pronto e com definição de PV

Simulação: Projeto de Ventilação

Por fim, o profissional tem o valor total do serviço e pode gerar os seus relatórios.

Agora que você já conhece a estrutura do software das Tabelas de Honorários, vamos ver alguns modelos de simulações que poderão ser interessantes para praticar o uso dessa ferramenta.
VAMOS LÁ!

Projeto Arquitetônico

1. Cadastrar empreendimento.

2. Com o cadastro, vamos inserir os projetos ou serviços.

Projeto Arquitetônico de 10 casas

A. Selecionar o PROJETO ARQUITETÔNICO DE EDIFICAÇÕES (1.1.1)

B. CADASTRAR A ÁREA, que neste caso será de 170 METROS QUADRADOS. Depois acrescentar a QUANTIDADE de vezes que será repetida. Neste caso, 10 VEZES. No final, haverá a indicação do PREÇO DE VENDA (PV).

Projeto de Rede Elétrica

A. Selecionar o projeto de rede elétrica (1.9.8)

B. Cadastrar a área de 100 m

C. Selecionar o parcelamento dos honorários.

D. Visão panorâmica do serviço.

Fizemos as duas simulações juntas, para o mesmo empreendimento. Assim, partimos do pressuposto que os demais projetos já foram feitos. Agora, passaremos a ter em uma só tabela os valores dos dois serviços.

EXECUÇÃO DE OBRAS E OUTRAS ATIVIDADES

Nesta etapa, estão englobados 109 serviços que foram divididos nas seguintes categorias:

1. Execução, Fiscalização e Condução de Obras

2. Gestão (coordenação, supervisão, desempenho de cargo ou função técnica, etc.)

3. Meio Ambiente e Planejamento Regional e Urbano (georreferenciamento, topografia, EIA - Estudo de Impacto Ambiental, planos diretores, etc.)

4. Atividades especiais em Arquitetura e Urbanismo (assessoria, consultoria, perícia, avaliação, laudo, etc.)

5. Ensino e pesquisa (tecnologia da construção, controle de qualidade, etc.)

6. Engenharia de Segurança do Trabalho (apenas com especialização conforme Lei n° 7.410/1985)

As Tabelas de Honorários de Serviços de Arquitetura e Urbanismo do Brasil foram elaboradas levando em consideração as seguintes legislações:

Qual a importância de usar as Tabelas de Honorários?

As tabelas são um referencial básico para os serviços e valores relativos aos projetos de arquitetura e urbanismo e serviços correlatos. Ele está dentro dos parâmetros legais, normas técnicas comerciais e éticas do exercício profissional, visando o equilíbrio nas relações contratuais.

Posso elevar ou reduzir o valor referencial no momento da negociação?

Não existe o tabelamento do preço do serviço no Brasil. As informações fornecidas pelas Tabelas de Honorário são referências. Elas ajudam a coibir a concorrência desleal de preços e assegurar um padrão de qualidade dos serviços.

Quanto custa um projeto arquitetônico?

Pela modalidade de percentual sobre o custo médio da obra é 5%, variando de 2% a 11%, em função do porte e do grau de complexidade.

Como regular os fatores de complexidade no momento de ajustar o preço?

Utilizando um dos 10 pontos disponíveis e balizando de acordo com as características do projeto. São eles:

  • Nível de empenho de projeto
  • Quantidade de especialistas
  • Quantidade de aprovações
  • Grau de detalhamento
  • Nível de responsabilidade civil
  • Nível de intervenção do cliente
  • Nível de expectativa plástica
  • Nível de controle de custo
  • Nível de indefinição do escopo
  • Nível de indefinição do prazo

Quando os valores não refletem a realidade local, como utilizar a tabela para obter um valor indicativo mais coerente?

Caso o valor estimado para o custo da obra supere muito a realidade local, é possível ajustar este valor e aplicar apenas os percentuais e fatores de complexidade definidos diretamente sobre o custo ajustado.

Como customizar os parâmetros do preço quando for um escritório?

Basta personalizar a incidência de encargos sociais, despesas indiretas e despesas legais, no botão Parâmetros Gerais.

Como cobrar serviços sem um objeto final construído de valor estimável?

Isso pode ser feito através do valor do Custo do Serviço, definindo custos de escritório/equipe/profissionais e empresas terceirizados/despesas diretas. Esse cálculo está demonstrado na tabela Modelo de Rendimento (MR2).

Gestão FNA 2014/2016

Presidência:

Jeferson Roselo Mota Salazar

 

1ª Vice-Presidência:

Cicero Alvarez

 

2ª Vice-Presidência:

Eduardo Fajardo Soares

               

Secretaria Geral:

José Carlos Neves Loureiro

 

Secretaria de Finanças:

Alexander dos Santos Reis

 

Secretaria de Políticas Públicas e Relações Institucionais:

Amélia Maria da Costa

 

Secretaria de Relações do Trabalho:

Victor Chinaglia Junior

Secretaria de Organização e Formação Sindical:

Marco Antônio Teixeira da Silva

 

Secretaria de Educação, Cultura e Comunicação Sindical:

Cicero Alvarez, Jeferson Salazar, José Carlos Neves Loureiro, Oritz Adriano Campos

 

Secretaria de Mobilização e Inserção Profissional:

Laisa Eleonora MarosticaStroher

 

Diretoria Regional:

Sul: Oritz Adriano Adams de Campos

Sudeste: Victor Chinaglia Junior

Nordeste: Vânia Lucia Torres de Miranda

Nordeste: Jandira Maria de Fátima França

Centro Oeste: Antonio Menezes Júnior

Norte: Rosiris Lopes Rodrigues Mendes

 

Suplentes da Diretoria Executiva:

Débora Prado Zamboni

José Carlos Neves Loureiro

Ficha Técnica

Coordenação Editorial:

Redação e edição:

Bruna Karpinski, Carolina Jardine e Mauren Xavier

 

Edição de vídeo:

Vinícios Sparremberger

 

Colaboração:

Odilo Almeida Filho, presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Ceará (CAU/CE), coordenador e relator das Tabelas de Honorários e Serviços de Arquitetura e Urbanismo do Brasil

Rodrigo Jaroseski, analista do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio Grande do Sul (CAU/RS)

Agradecimentos:

Arquiteta e Urbanista Patricia Moreira Moura

 

Projeto Gráfico, Editoração e
Programação HMTL/CSS/Javascript:

Samuel Guedes | STA Studio

 

O e-book Guia do Usuário é uma publicação organizada pela Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA). O trabalho foi inspirado nas Tabelas de Honorários de Serviços de Arquitetura e Urbanismo do Brasil, elaborada pelo Colegiado Permanente de Entidades Nacionais de Arquitetura (CEAU).

 

Imagens e ilustrações: istock/Bplanet, jossdim, MilkyM, ayax, hakule, ourlifelooklikeballoon, narak0rn, drmakkoy, Photoplotnikov, aldo_nat, leosapiens, Educester, rzarek, issumbosi, Peter Vician José Carlos Neves Loureiro



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